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Apresentação de «Fernão de Magalhães. O Homem que se transformou em Planeta», mais um livro da coleção infantojuvenil do Museu Casa da Moeda, já na próxima 2.ª feira, dia 16 de dezembro pelas 18h00, na Biblioteca da Imprensa Nacional.

A apresentação contará com a presença dos autores: Luís Almeida Martins (texto) e António Jorge Gonçalves (ilustrações).

Não perca a história do português mais famoso de sempre!

Com o nome de Magalhães foram batizadas duas galáxias, uma sonda espacial da NASA que viajou até Vénus, uma cratera de Marte, um estreito entre dois oceanos, um sistema de GPS pioneiro, um modelo de computador, uma baía e um tipo de pinguins – já para não falar de muitos lugares e navios da realidade e da ficção.

A entrada é gratuita.


A Imprensa Nacional e o Museu Casa da Moeda editam, desde 2016, uma coleção infantojuvenil que pretende sensibilizar o público mais jovem para matérias importantes, como a proteção das espécies em perigo de extinção. É uma coleção com conteúdos de elevado rigor científico, apelativos, didáticos, e a que se junta uma importante vertente solidária: parte das receitas da venda deste livros revertem em a favor do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas.

Em 2016, publicámos Sou o Lince-Ibérico — O Felino Mais Ameaçado do Mundo, com texto de Maria João Freitas e ilustrações de Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque e em 2018, publicámos Rainha dos Ares. A Águia-Imperial-Ibérica, com texto de Carla Maia de Almeida e ilustrações de Suza Monteiro.

Acreditamos que zelar pela preservação das espécies em perigo em Portugal faz-se pela via do conhecimento e da educação. E por isso mesmo desafiámos as 4 turmas do 2º Ciclo (5.º e 6.º anos) do Centro de Educação e Desenvolvimento Nossa Senhora da Conceição, Casa Pia de Lisboa, que no decorrer deste ano letivo estão a desenvolver projetos ligados à sensibilização ambiental, para responderem ao nosso questionário sobre os seus animais preferidos.

De um universo de 85 alunos, 64 meninos e meninas responderam que o animal preferido (dos títulos já publicados na coleção do Museu Casa da Moeda) era o Lince Ibérico. 21 reponderam a Águia, Rainha dos Ares.

Dos animais que gostariam de ver contemplados nesta coleção o Lobo Ibérico recebeu 42 votos e o Golfinho-Comum, 43 votos. Foi uma votação renhida que acabará com uma excelente notícia... mas só  para 2020.

Agradecemos a todos os meninos que participaram neste inquérito e também à Professora Isabel Teixeira, coordenadora do 2º Ciclo da CED NSC - Casa Pia de Lisboa, instituição a quem tivemos o gosto de oferecer alguns exemplares de Lince-Ibérico — O Felino Mais Ameaçado do Mundo e Rainha dos Ares. A Águia-Imperial-Ibérica, para a Biblioteca escolar.





Texto e Fotografias: Tânia Pinto Ribeiro

Em 1765, Setúbal era uma vila com pouco menos de 12.000 habitantes. Era uma vila beata, onde existiam cerca de 12 conventos, e também muito tradicional. A economia florescia graças ao sal, que era exportado, nomeadamente para os países nórdicos, aos pomares, ao peixe e ao azeite. Era uma vila ainda a recompor-se do Terramoto que dez anos arrasou Lisboa e abalou o mundo. Foi neste cenário, conta-nos Daniel Pires, que nasceu Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage, uma das mais complexas e notáveis figuras do Iluminismo em Portugal, um autor versátil que entrou em colisão declarada com a estética literária estabelecida, com a moral mais conservadora e com a hipocrisia dos costumes daquele século XVIII. «A sua autenticidade, se tivesse sido expressa, cinco décadas antes, tê-lo-ia levado à fogueira, como aconteceu com António José da Silva, «O Judeu», prossegue Daniel Pires, coordenador da Obra Completa de Bocage, publicada pela Imprensa Nacional em 2019.

Daniel Pires licenciou-se em Filologia Germânica e doutorou-se em Cultura Portuguesa pela Universidade de Lisboa. Aluno era «muito disperso, sem disciplina, com resultados pouco recomendáveis». Mas esses anos de estudante foram também anos «impressivos, marcantes e de descoberta». Entre os seus principais mestres figuram: Alvarina, sua mãe; António Mateus Vilhena, seu fraterno amigo; António Gedeão, poeta, cientista, inventor; Martin Luther King, Galileu e Jaime Rebelo «o Homem da boca cerrada», entre muitos outros. Quanto a Bocage, descobriu-o por volta dos quinze anos «em plena adolescência, pela via «do erotismo e da sátira».

Daniel Pires tornou-se depois professor em São Tomé e Príncipe e em Moçambique, foi ainda leitor de português nas Universidades de Glasgow, Macau, Cantão e Goa. Da sua passagem pelo oriente aprendeu o elogio da diferença e o conceito vivido da «alteridade».Correu mundo e voltou a Setúbal, cidade onde não nasceu mas onde diz ter adquirido as suas «traves mestras da cidadania». E foi aí que em 1999, fundou o Centro de Estudos Bocageanos, um centro que pretende «restituir a Bocage o estatuto que deveria ter» e «libertá-lo da ganga que o liga à pornografia e ao anedótico, obliterando o autor genial de poesia». O Centro de Estudos Bocageanos ambiciona ainda «divulgar a sua obra e vincar a sua relevância no panorama literário, social e político português». Uma missão sempre contínua.

Em 2015, as comemorações dos 250 Anos do Nascimento de Bocage constituíram o enquadramento ideal para o surgimento de um outro título importante para a Imprensa Nacional, também ele liderado por Daniel Pires: Bocage a Imagem e o Verbo. E já no inicio do próximo ano (2020) Daniel Pires prepara-se para lançar, na editora pública, mais dois livros dedicados aos poeta: uma Biografia, fruto do trabalho de mais de 30 anos de investigações, e um Essencial Sobre… Daniel Pires quer publicá-los na Imprensa Nacional porque «nenhuma instituição estaria mais vocacionada para publicar Bocage, porquanto estamos em presença de um clássico da nossa literatura, cuja obra ombreia com a de Camões e com a de Fernando Pessoa.».

Para Daniel Pires, Bocage é «um facho da liberdade, que permanece aceso» e talvez isto explique porque merece estar sempre iluminada a estátua que o celebra mesmo no centro do coração da cidade do Sado.

Aproveitámos a visita de Daniel Pires à Exposição que celebra os 250 Anos da Imprensa Nacional, Indústria, Arte e Letras, para conversarmos com ele.





«Volta ao Mundo – Obra Gráfica de José de Guimarães» é uma coedição da Imprensa Nacional com a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) e é apresentado no âmbito da exposição com o título homólogo que está patente na BNP de 22 de outubro de 2019 a 31 de março de 2020.

De realçar que o artista doou a totalidade da sua obra gráfica à Biblioteca Nacional permitindo o acesso, estudo, divulgação e investigação de uma obra de referência da nossa contemporaneidade. A Imprensa Nacional associa-se a esta iniciativa no ano em que o artista completa 80 anos.

São mais de 400 obras que agora se reúnem numa edição ímpar no contexto da arte portuguesa, um catálogo raisonné, bilingue e que conta com um ensaio de Raquel Henriques da Silva.

18:00 - Visita à Exposição
18:30 - Lançamento do livro

Entrada é livre.



Indústria, Arte e Letras, de Maria Inês Queiroz, Inês José e Diogo Ferreira, evoca os 250 anos da Imprensa Nacional, cruzando o seu percurso com a história do nosso País.



Organizada em 13 capítulos amplamente ilustrados, a obra acompanha a história da editora pública desde a sua criação, em 24 de dezembro de 1768, até ao presente, percorrendo o seu papel no setor das artes gráficas, da indústria do livro e da formação profissional.


A estes capítulos associam-se ainda uma extensa cronologia e um conjunto de histórias, memórias e curiosidades que vão sendo assinaladas ao longo do texto. O estudo resulta do trabalho de investigação desenvolvido ao longo de dois anos e que reuniu uma equipa de investigadores da Universidade Nova de Lisboa, coordenada por Maria Inês Queiroz.



A história da Imprensa Nacional cruzou-se com a história do país, variando em função das principais transformações políticas e económicas e de mudanças socioculturais que, no seu conjunto, se refletiram na sua produção editorial. Desde logo, no plano profissional, merece especial destaque o papel que assumiu no ensino das artes gráficas, tornando-se uma referência à escala nacional. Com efeito, a Impressão Régia foi criada como tipografia e fábrica de letra mas também incumbida de assegurar o ensino nas oficinas, nas quais foram formados, por mais de dois séculos, gravadores, compositores, impressores,fundidores de tipo e litógrafos, entre outros tantos profissionais que
contribuíram para a sua reputação técnica e artística. Deste modo, ao vasto património editorial e documental, associou-se uma cultura profissional própria que integrou ainda recursos e competências de outras tipografias do Estado absorvidas pela Imprensa Nacional ao longo da história. Refiram-se, a título de exemplo, as tipografias da Casa Literária do Arco do Cego e da Biblioteca Nacional e a Imprensa da Universidade de Coimbra. Por outro lado, importa também sublinhar que a Imprensa Nacional atravessou contextos tecnológicos muito distintos, com processos muito variáveis de modernização das suas oficinas, dependendo da valorização e do investimento por parte do Estado assim como do grau de autonomia institucional e financeira que lhe foi sendo atribuída.
Maria Inês Queiroz in «Introdução»







A Agenda INCM 2020 presta homenagem a Amália Rodrigues, no ano em que se celebra o centenário da fadista, atriz e símbolo maior da  primeira expressão artística portuguesa a ser declarada, pela UNESCO, Património Cultural Imaterial da Humanidade: o Fado.

Feita em parceria com o Museu do Fado e com design de Paulo Condez, a Agenda 2020 da Imprensa Nacional oferece ao seu utilizador a possibilidade de revisitar a vida e a carreira de uma artista portuguesa que se transformou em  uma das personalidades mais importantes da história da música do século XX.

Plasmada nas muitas fotografias, intercaladas por citações marcantes da própria retratada, a Agenda 2020 da Imprensa Nacional é um objeto valioso e que não vai querer perder.


«Não sei o dia em que nasci. Nem eu, nem ninguém na minha família. Ligaram tão pouca importância ao meu nascimento, era uma família tão grande, que não sabem. Uns diziam que nasci no dia 1 de julho, outros no dia 12, outros a 4 ou a 14. A minha avó dizia que eu tinha nascido no tempo das cerejas, que vai de maio a julho. Então eu escolhi o dia 1 de julho para fazer anos. Mais tarde, quando tive de tirar papéis para fazer exame, vinha 23 de julho. Resolvi guardar as duas datas, porque assim sempre podia fazer duas festas de anos, com um vinhito abafado e uns bolos secos.»

«Se não fosse eu ter tanta força dentro de mim, cheirar com o meu nariz, olhar com os meus olhos, ouvir com os meus ouvidos, se não fosse ter o meu critério tão forte, tinha passado a vida a ceder às pessoas. Isto não, isto é que é, não cante isto, cante aquilo. Mas eu nunca lhes fiz a vontade, fiz sempre a minha. E foi a única maneira de fazer a vontade a toda a gente.»




Criada em 1982 por Vasco Graça Moura, então administrador responsável pelo pelouro editorial na Imprensa Nacional-Casa da Moeda [INCM], a coleção Plural acolheu, até ao fecho daquela década, obras de novos mas já promissores autores, que tiveram nela a sua primeira oportunidade de publicação. Entre os títulos publicados encontram-se obras de ficção, ensaio, dramaturgia e mesmo artes plásticas, mas sobretudo de poesia. A Imprensa Nacional assumia deste modo o papel de serviço público que lhe cabe desde a sua fundação, neste caso dando oportunidade aos novos.

Com a criação do Prémio Imprensa Nacional|Vasco Graça Moura, em 2015, a editora pública decidiu também fazer reviver esta emblemática coleção e o essencial do seu objetivo. É desígnio da nova «Plural» publicar as obras poéticas distinguidas no âmbito do Prémio, mas também outros títulos de indubitável qualidade que não encontraram ainda a justa oportunidade de publicação ou que são de acesso difícil para o público português.

Em 2015 a Plural renasceu como espaço dedicado à poesia do grande universo da língua portuguesa — espaço de liberdade, espaço de literatura, espaço de difusão, espaço de pluralidade — homenageando a memória plural do renascentista português dos séculos xx e xxi que foi Vasco Graça Moura. E continua.  Conheça os títulos da «Plural» na nossa loja online. Aqui.

Exemplar de luxo, em caixa cartonada, da obra Livros de S. Bento, memória escrita por Joaquim Leitão enquanto secretário da Assembleia Nacional, 1936.



A Imprensa Nacional apresenta mais um volume da Série Ph., dedicado à conceituada artista Helena Almeida (1934-2018).

O novo livro Ph.03 Helena Almeida percorre 50 anos da sua produção artística, com obras de 1968 até 2018, alguns desenhos do seu processo criativo e um ensaio inédito de Delfim Sardo intitulado “Continuar aqui”.

Costuma dizer-se que todas as histórias começam com um corpo.
É a partir de um corpo que tudo começa, seja num corpo visto, num
corpo sentido, na sua unidade ou na sua fragmentação. Helena Almeida,
cuja obra não construiu nunca nenhum tipo de saga, sempre desenvolveu
pequenas narrativas que são protagonizadas por um corpo — o seu.

Delfim Sardo in «Começar Aqui», Ph.03 Helena Almeida



O livro termina com uma imagem da série “O abraço” onde está também o arquiteto e artista Artur Rosa e companheiro de vida da artista.

Delfim Sardo encerra o seu texto referindo que “Este abraço é abraçar alguém, como andar também tinha sido andar-para-alguém e esse outro (esse para quem) está sempre, de uma ou de outra forma, presente nas imagens de Helena Almeida. Se olharmos com muita intensidade, até podemos pensar que somos nós.”

Depois de Jorge Molder, Paulo Nozolino (já na segunda edição) e Fernando Lemos, a Imprensa Nacional apresenta o novo volume com a obra de Helena Almeida. A Série Ph., dirigida por Cláudio Garrudo, é uma coleção de monografias dedicada à fotografia portuguesa contemporânea, bilingue, de preço acessível, que pretende dar a conhecer a obra dos autores, com textos de especialistas e apresentando os territórios expandidos e múltiplos da Fotografia.

A apresentação terá lugar no dia 10 de dezembro, às 18h30, na biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa. A entrada é gratuita.




Esta quinta-feira, 05 de dezembro, pelas 18:30, na Biblioteca da Imprensa Nacional:

Ana Pereira, violino
José Teixeira, violino
Joana Cipriano, viola
Ana Cláudia Serrão, violoncelo

tocam:

J. Vianna da Motta 2.º andamento do Quarteto de Cordas N.º 2, Cenas da Montanha

L. v. Beethoven Quarteto de Cordas N.º 15, Op. 132


A maior parte deste programa é preenchida por um dos quartetos de cordas que Ludwig van Beethoven compôs no final da vida. Muitos melómanos não hesitam em distinguir essas obras entre os feitos mais sublimes da História da Cultura e das Artes. Com efeito, mais do que o epitáfio de uma grande carreira, são fruto de uma exaltação criativa que rompeu caminhos para serem desbravados por gerações futuras – basta lembrar a Grande Fuga, que Stravinsky catalogou como «música contemporânea que permanecerá contemporânea para sempre». Mas surpreendem também alguns momentos de profunda abnegação espiritual, como a meio do Op. 132. Acontece que a composição deste quarteto foi interrompida por um período de doença que debilitou gravemente o compositor. Uma vez recuperado, acrescentou então aos quatro andamentos inicialmente previstos essa peça que intitulou «Cântico sagrado de agradecimento de um convalescente à divindade». Esta é uma faceta de Beethoven menos conhecida do grande público e que, por essa razão, vale a pena aqui realçar.
Em jeito de preâmbulo, temos ainda a oportunidade de aqui escutar o Quarteto de Cordas N.º 2 de José Vianna da Motta, o compositor português que, ainda no século XIX, mais foi influenciado por essa mesma tradição germânica. Vianna da Motta havia-se instalado em Berlim em 1882, com catorze anos de idade. Apesar de ter sido, acima de tudo, um pianista de prestígio internacional, compôs um importante número de obras onde, nalguns casos, buscou explicitamente uma identidade musical portuguesa – o exemplo mais emblemático é a Sinfonia À Pátria, composta um ano antes, em 1894. Neste quarteto, a afinidade com o estilo clássico de Beethoven encontra-se, sobretudo, no primeiro andamento, cujas páginas se julgaram perdidas durante muito tempo. Foram descobertas em 1998 no espólio de Bernardo Moreira de Sá, o violinista portuense cujo Quarteto estreou a obra em novembro de 1895.

in www.metropolitana.pt



A ENTRADA LIVRE
BIBLIOTECA DA
IMPRENSA NACIONAL
R. DA ESCOLA POLITÉCNICA, 135
1250-100



Pedra litográfica.
Pedra calcária utilizada em reprodução litográfica (s/d).


A técnica partiu do uso de pedra calcária originária da região de Munique, na qual podiam ser aplicados desenhos de pormenor pelo uso de lápis gordos ou tinta. O desenho resulta da acumulação de gordura sobre a superfície, sendo a matriz composta por água (parte branca da impressão, repelindo a gordura) e por gordura que, por sua vez, repele a água. A partir da prensa litográfica, era então possível imprimir múltiplas cópias.

imagem © 24.sapo.pt

Um ano depois de ter sido país convidado da Feira Internacional do Livro de Guadalajara, Portugal volta a estar presente naquela que é a maior feira da América Latina. E a Imprensa Nacional volta a integrar o pavilhão de Portugal naquela que é uma das mais importantes feiras do livro da América Latina, que abriu este sábado ao público.É particularmente assinalável a grande quantidade de jovens leitores à procura de novidades. No stand de Portugal, dezenas de autores representados, dos mais clássicos aos mais atuais, traduzidos em língua espanhola mas também em português, dado o crescente interesse pela aprendizagem do idioma.

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara 2019 decorre de 30 de Novembro a 7 de Dezembro. Conta com a presença de 2.350 editores, de 47 países, 800 escritores de 37 países, e com 27 palcos. Esta ano a Índia é o país convidado de honra.





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