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Preparámos um quizz especialmente para os mais novos. Sabes tudo sobre Salgueiro Maia, uma grande vida portuguesa?



Para Ivo Castro, coordenador da Edição Crítica da obra de Fernando Pessoa, dizer que Pessoa tinha desdobramentos de personalidade é um perfeito disparate de quem não compreende a genialidade do escritor. Uma genialidade que se pressente na densidade da escrita, mesmo quando feita em momentos de cansaço, e que nos obriga a colocar de novos modos a questão do singular e do plural. Se tivesse de escolher um heterónimo preferido, escolheria Ricardo Reis — pela nitidez clássica do seu método. Mas foi o semi-heterónimo Bernardo Soares, pela mão da sua professora de Português, que o introduziu no universo pessoano. Tinha 13 anos e era, na altura, o chefe de uma turma de «galfarros» do Liceu Pedro Nunes, em Lisboa. Quase não dá para acreditar, mas diz que também ele se tornou «galfarro», só que mais tarde. Desses tempos até ser nomeado coordenador da Edição Crítica da obra de Fernando Pessoa, na década de 1980, muito se passou. Entre outras coisas, formou-se em Filologia Românica e doutorou-se em Linguística Portuguesa na Faculdade de Letras de Lisboa, onde ainda é professor. Viveu três anos em Paris — a cidade das tertúlias e dos míticos cafés literários Flore e Les Deux Magots. Empenhou-se para que a Linguística se autonomizasse da Literatura, e viu o penteado dos rapazes mudar quando se começou a ouvir os Beatles em Portugal. Depois, e com a naturalidade das coisas exatas, foi vendo a língua evoluir, com palavras novas a surgir e outras a morrer lentamente. Como «flausina» — a palavra que descrevia as meninas da moda no tempo de Sylvie Vartan, Françoise Hardy ou Brigitte Bardot. O normal, portanto, numa sociedade aberta, como sempre foi a nossa, e numa língua que, mesmo traiçoeira, é falada nos cinco continentes.




Nível: DIFÍCIL

Todos os excertos incluídos neste passatempo foram retirados das Edições Críticas das obras de Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós e Fernando Pessoa publicadas pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda.

NOTA: edições críticas são as versões dos textos mais aproximadas da presumível intenção do seu autor.
Podem editar-se criticamente: textos inéditos, com base nos documentos autorais existentes; ou textos já editados, cuja base poderão ser, conjuntamente, documentos autorais e edições em vida do autor.
O maior interesse de uma edição crítica surge quando de um texto existem já publicadas múltiplas versões divergentes e por vezes contraditórias. Então, a edição crítica recua até à origem desses textos, até aos testemunhos deixados pelo seu autor, analisa-os detalhadamente, e fixa, por critérios cientificamente definidos para cada caso, a versão mais autêntica e mais próxima possível da genuína vontade do autor. 


No final, pode verificar as suas respostas e obter informação adicional em «Todas as respostas».



Nível: MÉDIO

Pegámos no grande Dicionário de Eça de Queiroz para construir um divertido passatempo especialmente dedicado a queirosianos fervorosos. Consegue acertar em todas as respostas?

Nota: Pode verificar a sua pontuação ao clicar em «Enviar todas as respostas e ver o resultado»



É pela «inovação» que passa o papel das artes — e o da literatura em particular — no combate à corrupção, segundo Guilherme d’Oliveira Martins, antigo presidente do Tribunal de Contas. Até porque «a única possibilidade que o homem e a mulher têm de contemplar a ação de Deus é sendo criadores».

E se, em tempos, Umberto Eco questionou «o que deseja a cultura?», adiantando como resposta «tornar o infinito compreensível», Guilherme d’Oliveira Martins acrescenta: «A cultura pretende ser criadora e pretende favorecer o respeito mútuo, a compreensão de que o Outro é a outra metade de nós mesmos.»








Conhece bem os heterónimos de Fernando Pessoa? Faça o quizz que preparámos para si.

Nota: Pode verificar a sua pontuação ao clicar em «Enviar todas as respostas e ver o resultado»





Fernando Lemos Designer é o catálogo da exposição homónima organizada pelo MUDE - Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo, que estará patente na Cordoaria Nacional, de 6 de junho a 6 de outubro de 2019. Este cátálogo é um guia indispensável e uma revelação do trabalho gráfico deste artista multidisciplinar que se notabilizou também pela fotografia, pintura e design (gráfico e industrial).

Chico Homem de Melo é designer, professor e investigador de design gráfico produzido no Brasil. Foi ele que formulou a conceção curatorial, realizou a pesquisa e redigiu os textos da exposição e do catálogo Fernando Lemos Designer, a primeira exposição antológica de Fernando Lemos, como designer e artista gráfico, figura de referência ímpar da nossa cultura, com 230 peças.

Já o conhece o catálogo desta exposição?

A obra de design de Fernando Lemos é uma lufada de ar fresco.

Pensar com liberdade é a tónica de seu trabalho. Sob vários aspetos, o panorama do design contemporâneo é desolador. Regras, regras e mais regras comandam a produção quotidiana. No mundo inteiro, posturas normativas predominam no ensino e na prática do design, e obedecer-lhes virou sinónimo de qualidade projetual. O design de Fernando Lemos é um contraponto necessário e urgente a esse cenário.

Falar de Fernando Lemos é tarefa difícil: ele não cabe numa única nacionalidade — é português, é brasileiro; também não cabe numa única designação profissional — é designer, artista visual, fotógrafo, muralista, poeta, pensador da cultura. Essa talvez seja a sua peculiaridade como criador, ser um e ser tantos. Diante disso, adotar a expressão «Fernando Lemos Designer» como título de uma exposição é indubitavelmente uma forma redutora de tratar a multiplicidade do seu trabalho. No entanto, mesmo que o termo seja impreciso, optamos por adotálo aqui, entendendo essa escolha como uma estratégia para se aproximar de uma obra tão diversa e tão cheia de tensões.

O próprio Lemos gosta de afirmar que, em tudo que faz, é sempre designer. Ou seja, ele entende que o termo tem suficiente abrangência para resumir a sua forma peculiar de produzir linguagem. Esse é mais um motivo para justificar a realização de uma exposição dedicada à sua produção no campo mais estrito do design gráfico.

O vínculo de Fernando Lemos com instituições formais de ensino foi breve. Limitou-se ao período de formação na juventude, em Portugal, na segunda metade dos anos de 1940, em cursos ligados às artes visuais. A partir daí, o seu apetite pela reflexão e pelo debate foi exercido nas interlocuções com os parceiros de geração. Trata-se de um caso raro de criador marcadamente intelectualizado que se manteve distante da academia.

Talvez venha daí a sua prática de pensar com liberdade, solto das amarras das cartilhas doutrinárias e das leis do «bom design».

A exposição e o catálogo estão estruturados em módulos, cada um deles abordando uma faceta da sua obra. Desde o início, a ideia que norteou o processo de seleção e organização das peças foi criar «ilhas»
temáticas que traduzissem a diversidade da sua produção. Surgem daí aproximações e contrastes, diálogos e atritos. A intenção era que, quando reunidas, as ilhas formassem o «arquipélago Fernando Lemos».

Aqui está ele, um convite a um passeio por paisagens gráficas variadas, cheias de surpresas e, ao mesmo tempo, todas elas partilhando um único código genético chamado Fernando Lemos.

Chico Homem de Melo in Catálogo Fernando Lemos - Designer






O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, presidiram, esta manhã, à assinatura de dois protocolos na área do Livro e da Tradução que reforçam as políticas públicas para a internacionalização dos autores portugueses.

A cerimónia decorreu pelas 11 horas e teve lugar na Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e contou com a presença das entidades parceiras, o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua I.P., a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas e a Imprensa Nacional da Casa da Moeda.

O primeiro dos protocolos permitirá a conceção, edição, publicação e divulgação do Catálogo Gram Bem Querer – Mostra de Literatura em Língua Portuguesa. O Catálogo consiste num livro, de publicação anual, composto por excertos traduzidos de obras de autores de língua portuguesa, para promoção e divulgação internacional do património bibliográfico em língua portuguesa. Os excertos de obras serão apresentados com tradução em língua inglesa, francesa e espanhola, e a seleção das obras e dos excertos que, em cada ano, integrarão o catálogo será da responsabilidade de uma comissão editorial.

O segundo protocolo estabelece uma linha de apoio à tradução e à edição de obras da literatura em língua portuguesa nos domínios do ensaio literário, ficção, poesia e dramaturgia. O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua I.P. e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas estabelecem, assim, uma parceria, comprometendo-se a promover a divulgação internacional do programa de apoio à tradução e edição junto de editoras e feiras internacionais, nomeadamente, através das redes externas e da presença técnica nas feiras profissionais do livro, para além de apoiar o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica com registo de dados de obras traduzidas de autores de língua portuguesa

Os dois protocolos pretendem consolidar uma estratégia partilhada e integrada para o setor do livro e representam uma concretização prática do Programa de Ação Cultural Externa. A promoção da língua portuguesa, os seus autores e todas as formas de criação literária - poesia, ficção, teatro, ensaio literário e infantojuvenil potencia o conhecimento e o interesse pela cultura portuguesa no panorama internacional e, simultaneamente, estimula a tradução no estrangeiro de autores de língua portuguesa.






A «Biblioteca Fundamental da Literatura Portuguesa», editada pela Imprensa Nacional, obedece a um propósito claro: acolher, de forma criteriosa, um conjunto alargado de textos nucleares da Literatura Portuguesa, enquadrados do ponto de vista editorial por elementos de apoio à leitura. 


A coleção procura colmatar lacunas que atingem sobretudo a produção literária de escritores do passado, mas vai além disso: procura constituir um elenco de obras e autores com significado patrimonial, reafirmando, no seu conjunto, a relevância literária e social daquelas obras e daqueles autores.


A «Biblioteca Fundamental da Literatura Portuguesa» conta com coordenação de Carlos Reis e com textos introdutórios de grandes especialistas nas obras publicadas.


Foi uma ideia que me foi proposta e que desenvolvi com muito gosto, cujo título fala por si. No sentido em que nós podemos olhar para a literatura portuguesa como um corpus muito alargado, mas nesse corpus muito alargado, tal como na literatura espanhola, francesa, italiana ou inglesa há autores a quem nós chamamos de autores do cânone e outros que não o são. Pode ser muito discutível quais são os autores do cânone, mas há coincidências e convergências. Facilmente, concordamos que Camões, Garrett, Eça, Camilo, Pessoa são autores fundamentais. Mas também são fundamentais autores de segunda linha, vamos-lhe chamar assim, que nem sempre estão disponíveis no mercado. Posso dar um exemplo As Memórias dum Doido, de António Pedro Lopes de Mendonça. Poderia dar outros exemplos. São autores que são fundamentais para entendermos a nossa identidade e que, muitas vezes, as editoras comerciais não têm possibilidade de editar. Julgo que foi com esse espírito que a Imprensa Nacional decidiu que era seu dever institucional facultar a um público mais alargado edições relativamente simples, rigorosas quanto aos textos, com instruções de tipo pedagógico, sem aparato erudito de notas e a preços acessíveis. Trazer para o público, por exemplo, a poesia da Marquesa de Alorna, uma autora fundamental na passagem do século XVIII para o século XIX, mas que muitas vezes não se encontra no nosso mercado.
Carlos Reis, em entrevista ao PRELO, em maio de 2015


Conheça aqui os títulos já publicados na
«Biblioteca Fundamental da Literatura Portuguesa»  


Vinte Horas de Liteira
Autor: Camilo Castelo Branco


Camões
Autor: Almeida Garrett


As Pupilas do Senhor Reitor
Autor: Júlio Dinis


História de Menina e Moça
Autor: Bernardim Ribeiro


Obras Poéticas Marquesa de Alorna
Autor: Marquesa da Alorna


Cânticos do Realismo. O Livro de Cesário Verde
Autor: Cesário Verde


A Ilustre Casa de Ramires
Autor: Eça de Queirós


Clepsidra
Autor: Camilo Pessanha



Estão abertas as candidaturas à 5.ª Edição do Prémio IN/Vasco Graça Moura, de 30 de julho a 15 de outubro.  

O galardão instituído pela Imprensa Nacional visa distinguir, rotativamente, trabalhos inéditos em língua portuguesa nas áreas de atuação onde Vasco Graça Moura mais se destacou. 

Na edição deste ano vão a concurso trabalhos inéditos na área do ENSAIO (domínio das Humanidades).

O autor da obra distinguida receberá um prémio pecuniário no valor de 5000 e terá a obra concorrente publicada pela Imprensa Nacional.

O júri será constituído por Pedro Mexia, que o preside,  Jorge Reis-Sá  e  Joana Matos Frias. 

O anúncio da decisão do júri será conhecido a 15 de novembro de 2019.

Recorde-se que o vencedor da edição passada foi  José Luís Tavares pelo seu trabalho «Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio» (Poesia).






O mais recente título da coleção «Biografias do Teatro Português» estará muito em breve disponível nas livrarias. Trata-se de um volume inteiramente dedicado a Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), um artista cuja obra se desenvolveu ao longo de mais de cinco décadas e em artes tão diversas como a pintura, a cenografia, o figurinismo, a ilustração, o design gráfico, a tapeçaria e até a poesia, ainda inédita. Foi a faceta do cenógrafo e figurinista que se pretendeu explorar; porém, não foi fácil a Eunice Tudela de Azevedo separá-la das outras praticadas com igual regularidade e nível artístico merecedor de destaque.

Este livro constitui uma abordagem extensiva da obra de Mattos e Silva, porque acompanha cronologicamente o seu percurso e a sua produção, recenseando e apresentando uma lista das suas 122 criações conhecidas para teatro, dança e ópera. Todavia, nele se encontra também o estudo intensivo das principais peças cenográficas e dos figurinos através da análise detalhada, perspicaz e informada de documentos visuais e escritos que a autora pesquisou e traz ao nosso conhecimento. Do artista que idealiza e inventa ao artista que molda a sua ideia ao projeto coletivo e às contingências da produção, surge o retrato (quase) acabado de um dos cenógrafos que, no Estado Novo e após o 25 de Abril, alimentaram o imaginário teatral nos nossos principais palcos através da componente plástica dos espetáculos.

Eunice Tudela de Azevedo é doutoranda em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), tendo recebido uma bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). É mestre em Estudos de Teatro pela mesma faculdade, membro da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e tem vindo a desenvolver investigação nas áreas da História do Teatro e Cenografi a no Centro de Estudos de Teatro da FLUL. Integrou a equipa do projeto «CETbase» e da Base Temática «Teatro em Portugal» (Instituto Camões/CET). Tem publicado com regularidade em revistas da área e colaborado na produção de livros.

A coordenação científica da coleção «Biografias do Teatro Português» é de Maria João Brilhante (professora associada com agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e de Ana Isabel Vasconcelos (professora auxiliar no Departamento de Humanidades da Universidade Aberta, onde leciona).

Volumes já publicados nesta coleção:

COMPANHIA REY COLAÇO–ROBLES MONTEIRO
Joana d’Eça Leal


ALFREDO CORTEZ
Sebastiana Fadda


ANTÓNIO PEDRO
Rui Pina Coelho


EMÍLIA DAS NEVES
Ana Isabel Vasconcelos


SOUSA BASTOS
Paula Gomes Magalhães


FRANCISCO PALHA
Levi Martins

ANTÓNIO PINHEIRO
Eugénia Vasques


Próximo volume:
JORGE DE FARIA
Isabel Vidal





A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI), através do seu Grupo de Missão «Glossário da Sociedade da Informação», organizou uma sessão para a apresentação da mais recente versão do Glossário da Sociedade da Informação.

Aconteceu no passado dia 18 de julho, na Biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa. Como intervenientes nesta apresentação, a APDSI contou com a presença do Presidente do Conselho de Administração da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Gonçalo Caseiro, Paula Mendes, da Unidade de Edição e Cultura da Imprensa Nacional, o coordenador do Grupo de Missão «Glossário da Sociedade da Informação», Élvio Meneses, e João Catarino, em representação da Direção da APDSI.

Em 2004, a APDSI lançou um projeto destinado à recolha, sistematização e divulgação da terminologia portuguesa usada ou considerada mais adequada para exprimir os conceitos relevantes da Sociedade da Informação em que vivemos. Criou-se então um grupo de trabalho com este propósito, coordenado pelo Dr. José Palma Fernandes com a colaboração de várias entidades, nomeadamente do Instituto de Informática, da EDINFOR, do Instituto das tecnologias de Informação na Justiça (ITIJ) e a Microsoft.

Esse projeto inicial conduziu à apresentação pública, em 24 de outubro de 2005, da 1.ª edição do «Glossário da Sociedade da Informação», que continha mais de quatrocentos termos em Português, com os equivalentes em Inglês e as respetivas definições em Português.

A equipa nuclear que participou no projeto inicial encetou em 2006 um trabalho de atualização do glossário, que foi concluída em 2007 e levou à disponibilização de uma nova versão do documento. Em 2011 foi concluída a 3.ª edição do Glossário, altura em que já continha mais de oitocentos termos.

O Glossário da Sociedade de Informação é um instrumento de utilidade prática indiscutível e cuja finalidade é também a promoção e salvaguarda da língua portuguesa. Uma língua nacional, como instrumento privilegiado de comunicação, deve cuidar de tornar claro o seu corpus, ou seja, o conjunto de palavras que a constitui e a forma ortográfica que devem ter, e nas linguagens de especialidade isso é particularmente importante, porque a velocidade a que os novos conceitos surgem nas áreas técnicas e científicas obriga a reação rápida no que refere à recolha e análise dessa informação para que se construam instrumentos de referência em permanente atualização para os utilizadores dessa língua.

Paula Mendes, Unidade de Edição e Cultura - INCM

Atualmente, o Glossário da Sociedade da Informação apresenta mais de novecentas entradas de termos em Português e as respetivas definições, assim como, os seus correspondentes em Inglês. No trabalho do grupo destacam-se as seguintes tarefas:

• Recolha de sugestões de termos para inclusão no Glossário provenientes de diversas fontes;
• Análise dos termos sugeridos, para decisão da sua inclusão;
• Apresentação de uma definição para cada termo;
• Atualização de termos já existentes no glossário, quando se justifique.

Este glossário foi adotado desde o seu início pelos serviços de tradução da União Europeia e é um documento de uso comum em diversas universidades portuguesas e do mundo lusófono. É utilizado também nos organismos da Administração Pública Eletrónica dos PALOP e Timor Leste, na sequência de um projeto apoiado pelo Instituto Camões.

Trata-se de um trabalho marcadamente continuado, dependente não apenas da adoção de novos termos que vão surgindo nesta área, mas também da disponibilidade do trabalho voluntário dos membros deste grupo.

O Grupo de Missão da APDSI, além da versão documental, atualizada à data de junho de 2019, apresentou ainda a versão web do Glossário da Sociedade da Informação, no qual existem diversas funcionalidades, desde a relação entre termos, correspondências em inglês e notas explicativas. A pesquisa poderá ser ainda elaborada por tópico.

Nas palavras da Dr.ª Paula Mendes,

(…) a APDSI | Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação está a cumprir plenamente a sua parte nesta matéria, com a recolha, estudo e fixação do vocabulário de especialidade da área em que atua, e o Glossário da Sociedade de Informação é um instrumento de utilidade muito generalizada, para quem redige, lê ou estuda e se cruza com os termos nele contido, que somos quase todos.

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